Poesia à solta
Refúgio nas palavras. A melodia perdida. Libertação. Paulo Vila Maior
18.7.12
O livro que se abre
Éramos sentinelas do tempo
Um dia,
numa encruzilhada em que o tempo é pródigo,
passamos a ser atores.
Desatam-se os nós
que em nós açambarcavam o suor das paredes.
E agora somos tutores do tempo.
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