Não cozinhem caldos barbitúricos.
Não espezinhem almas de anjos.
Não descubram asas nos comboios-bala.
Não afocinhem as bocas em painéis divinais.
Não esquartejem mandantes obnóxios.
Não levitem piscinas todavia não olímpicas.
Não componham bispos desatentos.
Não fujam para lugar algum.
Não perturbem o ruído a desoras.
Não desonrem os povoadores de rumores.
Não estilhacem os aspirantes a qualquer coisa.
Não exportem flores para Marte.
Não assinem folhas rasuradas.
Não contestem a tolerância dos intolerantes.
Não desabracem os generais arcanos.
Não desaprendam idiomas que não sabem.
Não engrossem a matilha desalmada.
Não pertençam ao tabuleiro de xadrez.
Não avalizem os penhores insensatos.
Não torçam o braço às palavras.
Não rivalizem com os arquitetos da desverdade.
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