O garfo forja a farsa
e os dedos advertem
os sentidos assimétricos
que da poda não apodrecem
os galhos daninhos.
Se assimétricos fossem os sacerdotes
talvez tivessem travessas atravessadas
e num poço empossado na peça centrípeta
falassem os nefelibatas fadados
os convictos em hora de ponta.
De hoje para amanhã amacia o tempo
(houve quem o quisesse matar)
trovoadas avulsas desavisam os vetustos
sem a cerimónia nem a parcimónia
dos diplomatas desmatados
esquecidos dos manuais datados.

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