O vulcão hasteado
o desejo tempera
no destempo arqueado
sem a noite em espera.
No livro saciado,
a estrofe sincera
o beijo rogado
esta nossa quimera.
O olhar mudado
corpo ainda primavera
o hábito rasgado
a boca que se supera
o amor povoado
o dia que se esmera.

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