Junto as mãos
o templo sem medida
deponho a noite sem nome
de só querer o teu paradeiro.
Junto o silêncio
o rumor do mar que estilhaça a areia
subo ao miradouro
e abro o horizonte com as mãos juntas.
Chamo o teu nome
sem me desembaraçar do crepúsculo
sigo a sombra que deixas
no estremecimento da voz que serve de toada.

Sem comentários:
Enviar um comentário