1.8.20

Dia de bula

Hoje é dia de bula. 

A mortificação suspensa

ditada pelo azimute lúcido

das vulgatas e outros portos

no poejo militante 

açambarcado pela primavera. 

Dia de bula

nos corredores sentidos

onde peões se agigantam

e o verbo sai à rua,

democrático 

e indigente. 

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