Refúgio nas palavras. A melodia perdida. Libertação. Paulo Vila Maior
O corsário
respira a pele outonal.
Exilado
esqueceu o idioma-mãe
e de si.
Joga
batalha naval
contra a inteligência artificial.
Quando perde
embriaga-se;
nunca conseguiu esquecer
como a injustiça era pródiga consigo.
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